Estou cansado. Doem-me musculos que o meu conhecimento de anatomia não abrangia, e os olhos pesam-me. Infelizmente, o cérebro anda a 2000 km/h, não consigo adormecer. E se o conseguir, é certo que vou ter um sonho mais complexo que o próprio real, daquelas noites que apesar de se dormir 10horas, não se descansa nada. Ainda por cima com um hematoma no joelho e um tornozelo torcido, nem sequer posso ir buscar uma bela ceia para que o sono venha duma forma mais pacífica. Não, essas lesões não vieram duma sessão de pancada... Vieram de algo bem mais bruto e estúpido...
Torneio da escola. Sempre o ponto alto do ano escolar para quem vê a escola reduzida àquela elevação de relevo no canto oposto à entrada, vulgo, campo. No fundo, é o climax do ano lectivo para aqueles que pensam que ser leccionado não interessa. É o torneio da escola. Começou quando começava a chuva, acabou quando voltou a chuva. E nem sequer passou um ano, de tão estranho que anda o nosso tempo.
Aborrecimentos e marcas de outro tipo que não o psicológico foi o saldo. Ah, e um naco de metal baço que me parece ser o pagamento, quais gladiadores romanos que lutam com as feras, enfrentar outros humanos iludidos com a possibilidade de se tornarem semi-herois é algo que não se deseja a ninguém. E ainda assim, só recebi um naco de metal baço.
E hoje apareceste tu, mas tu não. E tu fazes falta, e tu também. E ao menos o sol do court 7 deu-me um tom (ou tão, segundo uma certa professora de português) mais moreno... E daí, nem moreno se pode chamar a isto. Digamos que a palidez típica de quem se segue pelas minhas metas desapareceu, e que o tom que agora tenho apenas espelha uma semana passada segundo o meu coração. E mesmo assim não o segui na sua totalidade, senão ainda estava preto... Preto e sem tornozelo, provavelmente! Mas o naco de metal baço ainda seria maior... Oh, bendito cérebro! Só tu te podes queixar dele, e ainda assim o elogias. E tu elogia-lo mais que ninguém. São tu's que, em conjunto com o outro tu, uns poucos de nós e os restantes eles, me formam a mim.
Torneio da escola. Sempre o ponto alto do ano escolar para quem vê a escola reduzida àquela elevação de relevo no canto oposto à entrada, vulgo, campo. No fundo, é o climax do ano lectivo para aqueles que pensam que ser leccionado não interessa. É o torneio da escola. Começou quando começava a chuva, acabou quando voltou a chuva. E nem sequer passou um ano, de tão estranho que anda o nosso tempo.
Aborrecimentos e marcas de outro tipo que não o psicológico foi o saldo. Ah, e um naco de metal baço que me parece ser o pagamento, quais gladiadores romanos que lutam com as feras, enfrentar outros humanos iludidos com a possibilidade de se tornarem semi-herois é algo que não se deseja a ninguém. E ainda assim, só recebi um naco de metal baço.
E hoje apareceste tu, mas tu não. E tu fazes falta, e tu também. E ao menos o sol do court 7 deu-me um tom (ou tão, segundo uma certa professora de português) mais moreno... E daí, nem moreno se pode chamar a isto. Digamos que a palidez típica de quem se segue pelas minhas metas desapareceu, e que o tom que agora tenho apenas espelha uma semana passada segundo o meu coração. E mesmo assim não o segui na sua totalidade, senão ainda estava preto... Preto e sem tornozelo, provavelmente! Mas o naco de metal baço ainda seria maior... Oh, bendito cérebro! Só tu te podes queixar dele, e ainda assim o elogias. E tu elogia-lo mais que ninguém. São tu's que, em conjunto com o outro tu, uns poucos de nós e os restantes eles, me formam a mim.

1 comment:
sabes que estou lá. como sempre. como gosto de estar e como tu estás para mim também. o teu pseudo-bronze já encantou muita gente...! olha as meninas do mosteiro, hã?
...enfim! momentos e momentos!
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