Porque tudo nos afecta, e a ironia da crítica deve ser apenas exposta quando a ironia da vida nos permite, e este é um momento em que a vencedora da corrida nao foi a primeira mencionada:
Respiro. Vejo. Sinto. Vivo. E apenas vivo, porque sinto. E vejo. E respiro. E todos os momentos em que não respiro. Sofro, desejo. Imagino. E melhoro, porque tenho. Quanto tenho. Por mim, a minha vida representava-se de uma forma simples: ...
Muitas vezes... Um ano de ... Muitos anos, com ... Como já disse, namorava. Casava. Mas sempre, namorava. Nunca esquecendo aquele verbo por mim inventado, para culmatar a grande falha da língua portuguesa: Amigava. Sempre amigava. Único ponto da vida em que coloco um ponto final certo, e em que acrescento a palavra "sempre" sem qualquer dúvida. Amigava. Amigo. Sempre.
És . quem me mantém vivo, visto que a beleza da minha saúde se esvanece ao dia, e piora sempre que nao vejo. Irónico, assim que estudo para melhorar saúdes alheias, vejo a minha saúde a alhear-se de mim mesmo, sem nada para me ajudar, que não.
Desculpa toda a carga que pus em cima. Mas nada me atingiu tanto como que aquilo que temos, de forma a que publique uma mensagem destas em pseudo-código, só realçando a minha insanidade mental quando não tenho. E acabei de ter. Por uns míseros minutos, mas tive.
Vou tentar encontrar. Na terra dos sonhos, vejo. Ou é de tanto querer. que vejo. Qualquer das formas, vivo. Sinto. Vejo. Respiro.
És meu ponto final........
Wednesday, February 06, 2008
Saturday, February 02, 2008
Vida
A vida. O belo do acto que é viver. Apenas respirar e manter o coração a bater.
Não.
Um grupo de amigos. Uma festa. Um café ao fim da tarde. Um por do sol, na companhia da morena de olhos verdes que sempre foi a nossa. Um telemóvel a tocar. Uma fotografia afixada ao lado da cama. Uma pilha de prendas no aniversário. Apenas uma prenda no dia de aniversário. Amigos no dia de aniversário. Amigos toda a vida. Namorada. Mulher. Namorada toda a vida. Um filme. As pipocas. A cama. Na cama. Um jogo. A brincadeira. O sol, a lua, o vento. Até o vento. Luz. A do quarto, acesa. A da sala, com lareira. O natal. Muitos natais. A música. A imaginação. A força. O desporto. O cansaço. A dor. A doença. A morte.
...
Não sei o que é a vida. Quase 19 anos e ainda não sei o que isso é. Mas axo que és tu...
Isto de estar doente e com perturbações mentais graves, é capaz de ter as suas influências na escrita.
É pena que muitos dos destinatários não leiam o que aqui é escrito. E é pena que outros, quando vêm (sim, porque ler não deve ser...), ignoram. Agora volto. Volto a libertar a minha mente, por uns breves momentos. Se liberto tudo, chamar-me-ão de louco, ou eu próprio a não controlo e acabo pendurado.. Portanto, só um bocadinho de loucura.
Afinal, de médico e de louco todos temos um pouco. Parece que, sorte ou azar, vou ter sempre muito dos dois!
Não.
Um grupo de amigos. Uma festa. Um café ao fim da tarde. Um por do sol, na companhia da morena de olhos verdes que sempre foi a nossa. Um telemóvel a tocar. Uma fotografia afixada ao lado da cama. Uma pilha de prendas no aniversário. Apenas uma prenda no dia de aniversário. Amigos no dia de aniversário. Amigos toda a vida. Namorada. Mulher. Namorada toda a vida. Um filme. As pipocas. A cama. Na cama. Um jogo. A brincadeira. O sol, a lua, o vento. Até o vento. Luz. A do quarto, acesa. A da sala, com lareira. O natal. Muitos natais. A música. A imaginação. A força. O desporto. O cansaço. A dor. A doença. A morte.
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Não sei o que é a vida. Quase 19 anos e ainda não sei o que isso é. Mas axo que és tu...
Isto de estar doente e com perturbações mentais graves, é capaz de ter as suas influências na escrita.
É pena que muitos dos destinatários não leiam o que aqui é escrito. E é pena que outros, quando vêm (sim, porque ler não deve ser...), ignoram. Agora volto. Volto a libertar a minha mente, por uns breves momentos. Se liberto tudo, chamar-me-ão de louco, ou eu próprio a não controlo e acabo pendurado.. Portanto, só um bocadinho de loucura.
Afinal, de médico e de louco todos temos um pouco. Parece que, sorte ou azar, vou ter sempre muito dos dois!
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