Cronicar sobre coisa alguma não dá, portanto desta vez isto vai mesmo ter assunto (será?). Então iniciemos: no ranking das maiores vendas das livrarias, encontramos quatro "donos de livros" portugueses, em 6 enunciados. E porquê a expressão utilizada em vez do gramaticalmente correcto "autores" ou "escritores"? Pela simples razão de que o meu cérebro me impede de classificar como tal pessoas como a fidalguíssima Carolina Salgado e a incrivelmente interessante Fátima Lopes. Ao lado de incultos como Saramago ou José Eduardo dos Santos, essas belas mulheres previamente enunciadas são, sem qualquer dúvida, uns seres humanos superiores, logo, o nome "autor" ou "escritor" não se adapta. Algo como "super-hiper-mega-ri-fixes" seria mais adequado, utilizando uma expressão de um indivíduo também superior. Continuando...
Assim, decididamente, fico espantado com a capacidade intelectual dos portugueses, capazes de devorar leituras de tão alto gabarito como a daquelas duas senhoras (indubitavelmente, mais uma que outra). Será que começamos a optar por aqueles textos que nos identificam, como uma pátria culta, evoluída e adaptada às novas tendências? Assim parece.
Se continuar a procurar exemplos do gosto refinado nacionalista, certamente mais seres nititdamente "superiores" também mereceriam menção, como as boys-band (um conceito por si só já inovador) recentes ou um senhor com dupla Carreira, como exemplo musical. Ah, e claro, nunca esquecer que todos os portugueses realizam um grande teste a cada indivíduo que tenta cativar a sua atenção: nunca apreciam ninguém só por motivos de descendência! Veja-se a Carreira de cada um...
Posso assim congratular-me de pertencer a uma nação tão evoluída como esta. Aliás, até me começo a sentir mal... O meu nível pessoal de forma alguma me inclui neste leque de tão ilustres personagens! Sinto-me espanhol.
Decididamente gosto de libertar a minha má disposição sob a forma de crítica espontânea a tudo o que mexe e a tudo o que está quieto. Só se safam aqueles que não fazem nem uma nem outra, mas esses também nem merecem um cu duma palavra. Literalmente falando.
Sim, hoje é sexta feira 13. Superstições aceito, Deus nos salve delas, ó supremo senhor que tudo controlas... Mas ainda assim acho que estou numa forma fantástica: consigo fazer tudo o que quero num nível tão ridiculamente aceitável que me enojo do quão aceitável que sou. Brutal, não?
Quando for parar ao Magalhães Lemos, por favor levem-me o portátil na hora das visitas. Escrever ajuda-me. Ah, e não se esqueçam de pedir à enfermeira para me retirar o colete de forças, que com aquilo posto não deve dar muito jeito. Digo eu!
Assim, decididamente, fico espantado com a capacidade intelectual dos portugueses, capazes de devorar leituras de tão alto gabarito como a daquelas duas senhoras (indubitavelmente, mais uma que outra). Será que começamos a optar por aqueles textos que nos identificam, como uma pátria culta, evoluída e adaptada às novas tendências? Assim parece.
Se continuar a procurar exemplos do gosto refinado nacionalista, certamente mais seres nititdamente "superiores" também mereceriam menção, como as boys-band (um conceito por si só já inovador) recentes ou um senhor com dupla Carreira, como exemplo musical. Ah, e claro, nunca esquecer que todos os portugueses realizam um grande teste a cada indivíduo que tenta cativar a sua atenção: nunca apreciam ninguém só por motivos de descendência! Veja-se a Carreira de cada um...
Posso assim congratular-me de pertencer a uma nação tão evoluída como esta. Aliás, até me começo a sentir mal... O meu nível pessoal de forma alguma me inclui neste leque de tão ilustres personagens! Sinto-me espanhol.
Decididamente gosto de libertar a minha má disposição sob a forma de crítica espontânea a tudo o que mexe e a tudo o que está quieto. Só se safam aqueles que não fazem nem uma nem outra, mas esses também nem merecem um cu duma palavra. Literalmente falando.
Sim, hoje é sexta feira 13. Superstições aceito, Deus nos salve delas, ó supremo senhor que tudo controlas... Mas ainda assim acho que estou numa forma fantástica: consigo fazer tudo o que quero num nível tão ridiculamente aceitável que me enojo do quão aceitável que sou. Brutal, não?
Quando for parar ao Magalhães Lemos, por favor levem-me o portátil na hora das visitas. Escrever ajuda-me. Ah, e não se esqueçam de pedir à enfermeira para me retirar o colete de forças, que com aquilo posto não deve dar muito jeito. Digo eu!

1 comment:
lol, genial. ja te disse isto, mas volto a dizer: gosto qdo escreves de um modo tao... sarcástico. ;)
*bjs*
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