Deixem-me ir... Eu quero ir! E não quero levar mais ninguém comigo. Isso seria o pior..
Estou a ser sincero. Ha apenas duas pessoas para as quais ainda não estou preparado para deixar. Sim, o ti de quem eu hoje (e ha muitos anos) gostei (e gosto), e aquela cujo nome raramente é mencionado, mas que se confunde com ti. Minha pateta alegre, aquela que eu mais temia nao ser capaz de deixar, consegui perceber bem que já o sou. Portanto faltam aquelas duas obvias respostas.
Por favor, deixem-me ir. Afastem-se de mim. Acaba comigo, ti que podes acabar... E aquela cujo nome raramente é mencionado, eu sei que a culpa não é tua. Não és tu quem me prende, sou eu que me prendo a ti. A ti que és tu, e não o ti (porra, eu próprio me confundo... será da minha mente enfraquecida que as coisas nao resultam tão bem, ou sou eu que nunca fiz as coisas resultar e só agora me apercebo disso?). Continuando:
Ti não tens culpa de nada. Até nem sentes tanto por mim como eu por ti. Mas nem sempre sei se estás comigo por eu estar nesta fase, se estás comigo porque realmente gostas. E isso não me deixa ir... Se acabássemos era tão mais facil!! Mas eu gosto de ti... E não posso ser eu a fazer isso...E o meu coração nao me deixa pedir-te que o faças. Raios...
Aquela cujo nome raramente é mencionado, nunca leias isto. Não quero que vejas este meu lado derrotista, pessimista, e friamente desistente... Mas, lá dizia a música, I am no super man...
Where are you going... You don't wanna go were I'm going, cause my fate has no happy ending...
E tu pateta alegre, desculpa por falhar na altura crucial. Bem sei que, ao escrever isto, vai-te assaltar a mente uma pergunta que me acabarás por fazer. E nessa altura, não te mentirei.
Escrevo cartas... Daquelas que nunca ninguém tem tempo para escrever. Até tenho sorte, nao? Mas não consigo escrever para muita gente... Ha pessoas a quem um beijo de despedida significaria muito. Apetece-me beijar na boca toda a rapariga que amo, e dar um verdadeiro abraço a todo o rapaz que me acompanhou. Eu sei que ti nao acharias muita piada a primeira, porque iria beijar muita gente! Todas aquelas que eu amo. E agora sei que amo muita gente...
Pateta alegre, perdoa-me. Ti, ama-me. Aquela cujo nome raramente é mencionado, vive-me. Tu que completas os 4, aguenta-me. 1.57m que nunca entrou nos 4 e está mais fora deles que nunca, mas que invariávelmente me ajudou, com carinho, sobrevive-me. E já agora, todos vocês já mencionados, entendam-se. Aos outros três mosqueteiros, curtam. Aos outros ciborrenses, desculpem-me pela covardia. A toda a família que eu pude escolher, vivam mais. E novamente a ti...amo-te.
Pateta alegre, último pedido. Sim, eu sei, é terrível ainda te pedir qualquer coisa, mas por favor, antes que faças algo de que eu me possa arrepender, quando leres isto, liga-me. Porque sou eu que te posso explicar tudo. Mais ninguém. Não fales com quem quer que seja que não eu. Eu próprio seria capaz de não te perdoar se o fizesses. Seja a que hora for. Em que dia for. Já, se for preciso. Mas entende: fala comigo agora. Nunca com ninguém, durante ou depois de leres isto. Sim, eu sei que já disse, mas é para perceberes mesmo o quanto eu quero que fales comigo primeiro. Mesmo que eu nao atenda. Mesmo que eu nao possa falar imediatamente, peço-te para não falares com ninguém sobre isto que não eu. Não te perdoaria se o fizesses.
Sim, esta foi a minha forma de resumir todas as cartas. Sei que, quando chegar o dia certo, todos terão acesso a isto. Por isso te peço, pateta alegre, para falares comigo antes de quem quer que seja. Porque tu és a unica com acesso a isto, não quero que o divulgues a ninguém. Apenas tive de escrever isto agora para ter a certeza que conseguia reproduzir fielmente o que sinto e quero.
Sou vosso, mas deixem-me ir...
Arrependo-me de o ter escrito agora, quando ainda me faltam certezas para o que afirmo. Mas agrada-me a ideia de saber que o escrevo como se tivesse a certeza do meu destino. Portanto, mesmo na ínfima possibilidade de que possa voltar a roubar flores, sei que pelo menos tu, pateta alegre, vais saber o que senti. E vais entender, certamente, o quanto eu nao quero que isto se solte. Não quero que imaginas esta possibilidade, mas que penses no quão eu sofreria se nada do que penso se concretizasse, e todos vissem este meu momento de fraqueza. Por favor, nao me esponhas a isto.
Um beijo...
Estou a ser sincero. Ha apenas duas pessoas para as quais ainda não estou preparado para deixar. Sim, o ti de quem eu hoje (e ha muitos anos) gostei (e gosto), e aquela cujo nome raramente é mencionado, mas que se confunde com ti. Minha pateta alegre, aquela que eu mais temia nao ser capaz de deixar, consegui perceber bem que já o sou. Portanto faltam aquelas duas obvias respostas.
Por favor, deixem-me ir. Afastem-se de mim. Acaba comigo, ti que podes acabar... E aquela cujo nome raramente é mencionado, eu sei que a culpa não é tua. Não és tu quem me prende, sou eu que me prendo a ti. A ti que és tu, e não o ti (porra, eu próprio me confundo... será da minha mente enfraquecida que as coisas nao resultam tão bem, ou sou eu que nunca fiz as coisas resultar e só agora me apercebo disso?). Continuando:
Ti não tens culpa de nada. Até nem sentes tanto por mim como eu por ti. Mas nem sempre sei se estás comigo por eu estar nesta fase, se estás comigo porque realmente gostas. E isso não me deixa ir... Se acabássemos era tão mais facil!! Mas eu gosto de ti... E não posso ser eu a fazer isso...E o meu coração nao me deixa pedir-te que o faças. Raios...
Aquela cujo nome raramente é mencionado, nunca leias isto. Não quero que vejas este meu lado derrotista, pessimista, e friamente desistente... Mas, lá dizia a música, I am no super man...
Where are you going... You don't wanna go were I'm going, cause my fate has no happy ending...
E tu pateta alegre, desculpa por falhar na altura crucial. Bem sei que, ao escrever isto, vai-te assaltar a mente uma pergunta que me acabarás por fazer. E nessa altura, não te mentirei.
Escrevo cartas... Daquelas que nunca ninguém tem tempo para escrever. Até tenho sorte, nao? Mas não consigo escrever para muita gente... Ha pessoas a quem um beijo de despedida significaria muito. Apetece-me beijar na boca toda a rapariga que amo, e dar um verdadeiro abraço a todo o rapaz que me acompanhou. Eu sei que ti nao acharias muita piada a primeira, porque iria beijar muita gente! Todas aquelas que eu amo. E agora sei que amo muita gente...
Pateta alegre, perdoa-me. Ti, ama-me. Aquela cujo nome raramente é mencionado, vive-me. Tu que completas os 4, aguenta-me. 1.57m que nunca entrou nos 4 e está mais fora deles que nunca, mas que invariávelmente me ajudou, com carinho, sobrevive-me. E já agora, todos vocês já mencionados, entendam-se. Aos outros três mosqueteiros, curtam. Aos outros ciborrenses, desculpem-me pela covardia. A toda a família que eu pude escolher, vivam mais. E novamente a ti...amo-te.
Pateta alegre, último pedido. Sim, eu sei, é terrível ainda te pedir qualquer coisa, mas por favor, antes que faças algo de que eu me possa arrepender, quando leres isto, liga-me. Porque sou eu que te posso explicar tudo. Mais ninguém. Não fales com quem quer que seja que não eu. Eu próprio seria capaz de não te perdoar se o fizesses. Seja a que hora for. Em que dia for. Já, se for preciso. Mas entende: fala comigo agora. Nunca com ninguém, durante ou depois de leres isto. Sim, eu sei que já disse, mas é para perceberes mesmo o quanto eu quero que fales comigo primeiro. Mesmo que eu nao atenda. Mesmo que eu nao possa falar imediatamente, peço-te para não falares com ninguém sobre isto que não eu. Não te perdoaria se o fizesses.
Sim, esta foi a minha forma de resumir todas as cartas. Sei que, quando chegar o dia certo, todos terão acesso a isto. Por isso te peço, pateta alegre, para falares comigo antes de quem quer que seja. Porque tu és a unica com acesso a isto, não quero que o divulgues a ninguém. Apenas tive de escrever isto agora para ter a certeza que conseguia reproduzir fielmente o que sinto e quero.
Sou vosso, mas deixem-me ir...
Arrependo-me de o ter escrito agora, quando ainda me faltam certezas para o que afirmo. Mas agrada-me a ideia de saber que o escrevo como se tivesse a certeza do meu destino. Portanto, mesmo na ínfima possibilidade de que possa voltar a roubar flores, sei que pelo menos tu, pateta alegre, vais saber o que senti. E vais entender, certamente, o quanto eu nao quero que isto se solte. Não quero que imaginas esta possibilidade, mas que penses no quão eu sofreria se nada do que penso se concretizasse, e todos vissem este meu momento de fraqueza. Por favor, nao me esponhas a isto.
Um beijo...

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